COMO EU ME TRANSFORMEI EM UM ESPECIALISTA EM GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS DE ESCOLAS

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Quais são os requisitos primordiais de um Plano de Gerenciamento dos Resíduos Sólidos? É possível reduzir os gastos de uma Escola com a implantação de um PGRS? Quais são os benefícios de se ter um PGRS? Como eu me transformei em um especialista em gerenciamento de resíduos de escolas.

Um grande problema surgiu com a construção da nova capital da República. Nos anos 60, grande parte dos Resíduos Sólidos gerados em Brasília passou a ser direcionada a um local que recentemente deixou de ser chamado de Lixão da Estrutural, famoso e conhecido mundialmente por ser o maior lixão da América Latina.

Por Marcos Medeiros – Gestor Ambiental no Colégio Militar de Brasília

A proibição da existência de lixões no Brasil

Quando entramos no quesito legalidade, a prática de dispor resíduos em lixões é proibida desde 1981, ano em que foi aprovada a Política Nacional do Meio Ambiente (Lei Federal 6.938). Essa proibição foi reforçada em 1998 com a aprovação da Lei de Crimes Ambientais (Lei Federal 9.605), recebendo, ainda, um ultimato em 2010, com a instituição da Política Nacional dos Resíduos Sólidos (Lei Federal 12.305), vide disposições abaixo.

“Art. 3º inciso VIII – disposição final ambientalmente adequada: distribuição ordenada de rejeitos em aterros, observando normas operacionais específicas de modo a evitar danos ou riscos à saúde pública e à segurança e a minimizar os impactos ambientais adversos; 

Art. 54 A disposição final ambientalmente adequada dos rejeitos, observado o disposto no § 1o do art. 9o, deverá ser implantada em até 4 (quatro) anos após a data de publicação desta Lei.”

Fechar o Lixão da Estrutural e inaugurar o Aterro Sanitário de Brasília foram esforços significativos e exemplares adotados pelo DF, dando solução à um grande problema socioambiental. Junto a esse movimento, uma inovação de extrema importância surgiu, a Lei dos Grandes Geradores do DF!

A responsabilidade compartilhada das escolas com a geração de resíduos sólidos

Com o advento da Lei Distrital nº 5.610/2016, o Colégio Militar de Brasília passou a ser integralmente responsável pelo gerenciamento ambientalmente adequado de seus resíduos sólidos e pelo ônus deles decorrentes, recebendo, inclusive, um prazo para correção de procedimentos e implantação de novas sistemáticas por meio de um Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos. “Gravem isso: ônus deles decorrentes.”

Nesse contexto, como posso, EU, Grande Gerador do DF, cumprir as legislações ambientais, reduzir gastos, desenvolver uma cultura exemplarmente sustentável e participar efetivamente da responsabilidade compartilhada pelo ciclo de vida dos produtos?

Minha experiência profissional com gerenciamento de resíduos sólidos começou com a prática

Buscando um profissional capacitado em planejar e executar um Plano de Gerenciamento dos Resíduos Sólidos, posso esperar que meu “lixo” se transformará em “recursos sólidos”, e que meu clima organizacional vai, cada vez mais, influenciar saudáveis relações entre o homem e o meio ambiente e principalmente entre as próprias pessoas. Solucionar a problemática dos Resíduos Sólidos vai muito além da questão ambiental, é um assunto que desperta no interior de cada um de nós,  uma capacidade de se identificar com outra pessoa, de sentir o que ela sente, de querer o que ela quer, de apreender do modo como ela apreende, um fruto, misto de emoções e sentimentos, conhecido como EMPATIA, por vezes adormecida nas maiores profundidades da alma.

Durante a criação de um Plano de Gerenciamento dos Resíduos Sólidos é importante que o profissional siga as seguintes etapas:

  1. Descrever o empreendimento ou atividade realizada;
  2. Realizar um diagnóstico para identificar as características dos resíduos sólidos gerados (origem, volume e caracterização;
  3. Estabelecer os procedimentos operacionais adequados e identificar os responsáveis por cada etapa do Gerenciamento dos Resíduos Sólidos;
  4. Propor um Programa de Educação Ambiental que promova a conscientização ambiental ao público interno;
  5. Sistematizar ações preventivas e corretivas a serem executadas em situações de gerenciamento incorreto ou acidentes decorrentes do gerenciamento dos resíduos sólidos, principalmente dos perigosos;
  6. Estabelecer procedimentos operacionais e responsáveis pelo monitoramento contínuo do PGRS; e
  7. Prever uma revisão periódica do PGRS.

Meu maior desafio como profissional em gerenciamento de resíduos sólidos

O desafio inicial do profissional de GRS é criar uma bagagem técnica, adquirida por meio do aprofundamento nas diversas leis, decretos, regulamentos e instruções normativas, normas técnicas da ANVISA e ABNT, e Resoluções CONAMA, por exemplo. Cada tipo de resíduo requer um acondicionamento específico, um manuseio responsável e uma destinação correta.

Um colégio geralmente gera diversos tipos de resíduos, conferindo um maior grau de sensibilidade ao trabalho, havendo necessidade de propor ações eficientes e estratégicas que controlassem os riscos inerentes aos processos de gerenciamento. O CMB gera os seguintes resíduos: Perigosos – resíduos biológicos, perfurocortantes, resíduos químicos, lâmpadas fluorescentes, óleos oriundos de cozinha e garagem, pneus, eletroeletrônicos, pilhas e baterias; Não-perigosos – resíduos da construção civil, recicláveis, resíduos orgânicos e rejeitos.

O que precisava ser resolvido urgentemente?

Com o prazo estipulado pela Lei dos Grandes Geradores do DF, a problemática evoluiu rapidamente. A proposição de um PGRS passou a ser uma urgência. O não cumprimento da referida lei e normas regulamentares sujeitaria o órgão ao constrangimento de ter que se explicar perante possíveis autos de infração. Além disso, a situação se mostrava ainda mais complicada pelo fato dos Resíduos Sólidos passarem a ser administrados dentro das instalações do colégio.

Você se lembra do “Ônus deles decorrentes? Pois é, a partir de Julho de 2018, o Serviço de Limpeza Urbana do DF deixaria de recolher os resíduos dos órgãos públicos grandes geradores, ficando estes responsáveis por contratar e pagar uma empresa especializada, pelos serviços de coleta, transporte e destinação final de rejeitos.

Quanto menor a eficiência da coleta seletiva, maior a quantidade de rejeitos e consequentemente maiores os gastos!

Solução: executar o Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos

Procedimentos! Responsabilidades! Metas! Ações! Gestão de Riscos! Indicadores! Monitoramento! Revisão! E principalmente… Educação Ambiental! Na intenção de:

(1) Minimizar a geração de resíduos sólidos e, para aqueles que não seja possível evitar a geração, segregar na origem e direcionar a processos de reutilização e reciclagem (PNRS, art. 21, VI).

Fonte: Manual de Orientação Compostagem Doméstica, Comunitária e Institucional de Resíduos Orgânicos. Ministério do Meio Ambiente – 2017.

(2) Reconhecer o resíduo sólido reutilizável e reciclável como um bem econômico e de valor social, gerador de trabalho e renda e promotor da cidadania (PNRS, art. 6º, VIII).

(3) Realizar a destinação final ambientalmente adequada dos Resíduos Orgânicos por meio da Compostagem.

Registros fotográficos da Compostagem implantada no CMB, utilizando o Método UFSC (Compostagem termofílica em leiras estáticas com aeração passiva)

Quais são os benefícios da implementação de um PGRS em escolas?

  1. Redução significativa de gastos com a coleta, transporte e destinação de rejeitos
  2. Criação de um verdadeiro laboratório a céu aberto com inúmeras possibilidades de aproveitamento pedagógico (ecologia, desenvolvimento sustentável, seres vivos, reações químicas, ciclos biogeoquímicos, etc.)
  3. Prolongamento da vida útil dos aterros sanitários
  4. Diminuição da necessidade de exploração dos recursos naturais
  5. Melhoria da qualidade ambiental
  6. Geração de emprego e renda
  7. Mudança cultural

A minha experiência no Treinamento em Gerenciamento de Resíduos Sólidos

O TGRS expande a nossa visão. Passamos a enxergar a problemática dos Resíduos Sólidos lá de cima, como uma águia enxerga uma presa dentro d’água. Desenvolvemos uma sensibilidade aguçada que nos permite realizar uma gestão de resíduos muito próxima à excelência.

Desde o planejamento do PGRS até as atividades práticas mais braçais, como a Gravimetria dos Resíduos Sólidos, incorporamos ao longo do curso, conceitos, habilidades e técnicas indispensáveis a um profissional do setor dos resíduos sólidos. O TGRS é um verdadeiro intensivo de auto aperfeiçoamento e principalmente desenvolvimento de competências, as quais posso citar:

  • Consultoria ambiental
  • Gestão e gerenciamento dos resíduos sólidos
  • Elaboração de PGRS
  • Empreendedorismo no setor de resíduos sólidos
  • Análise de viabilidade econômica de projetos
  • Tecnologias para tratamento de resíduos sólidos
  • Gravimetria dos resíduos sólidos
  • Marketing digital
  • Gestão dos riscos inerentes ao PGRS
  • Corretagem ambiental

O curso é totalmente a distância, ministrado por Gleysson Machado, profissional de altíssimo gabarito do setor de resíduos sólidos, fundador do centro de treinamento em energia e meio ambiente Virapuru, Portal dos Resíduos Sólidos e Portal do Biogás. O investimento inicial que fazemos é irrisório próximo ao universo de possibilidades de atuação profissional que se abrem. Com uma didática simples, prática e inovadora, Gleysson é capaz de desenvolver as capacidades técnica e profissional de seus alunos em uma velocidade inacreditável.

Por quê eu recomendo o curso para qualquer um que queira se tornar realmente um profissional em gerenciamento de resíduos sólidos

Eu recomendo os cursos oferecidos pelo Centro de Treinamento VIRAPURU a você que sonha em contribuir efetivamente na construção de um futuro mais justo, humano, ambientalmente saudável e feliz para os nossos filhos e netos. Tenha a certeza de que passando pelo VIRAPURU, você vai se tornar um ser humano muito melhor do que era quando decidiu se inscrever.

“O TREINAMENTO EM GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS SÓLIDOS do Virapuru Training Center me permitiu sonhar alto. Onde existem grandes problemas ambientais e de saúde pública, enxergo gigantescas oportunidades de negócio. Podemos sim, gerar renda e emprego em defesa de um futuro sustentável”

Você pode contratar meus serviços de consultoria e elaboração de PGRS entrando em contato por meio do linkedin

Por Marcos Medeiros – Gestor Ambiental no Colégio Militar de Brasília

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